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Colunista Alison Klein | Este colunista tem 1 artigo postado. |
Artigos:
Colunista: Alison Klein
Cidade: Curitiba
Data: 29/12/2003 11:17:33 h
Como Ser Eficaz nas Ações Prevencionistas de Doenças do Trab Como Ser Eficaz nas
Ações
Prevencionistas de
Doenças do
Trabalho
Prevenir é melhor
que remediar, este
ditado já é
conhecido e
comprovado a muito
tempo, porém muitas
empresas na ânsia
de prevenir e dar
qualidade de vida
aos seus
colaboradores
atropelam alguns
critérios
importantes e por
fim se vêem
investindo muito
dinheiro e obtendo
pífios
resultados.
A palavra
prevenção, segundo
o dicionário
Aurélio, significa
ato ou efeito de
prevenir-se, ou
seja, fazer ou ver
antes; Pensando
desta forma,
qualquer
intervenção
preventiva ou
prevencionista é
aquela que tenta
antever e realizar
ações que evitem o
que pode acontecer
de prejudicial à
saúde do
colaborador, e é
neste ponto que
muitas se tornam
ineficazes, sim sem
o efeito
esperado.
E como se faz?
Inicialmente
qualquer empresa
que queira
realmente melhorar
a qualidade de vida
dos seus
colaboradores, deve
estar aberta a
ouvir sua equipe,
dar possibilidade
do indivíduo com
queixas expor suas
súplicas sem o medo
de ser perseguido
daí por diante,
fortalecendo desta
forma uma relação
de trabalho
confiável e
saudável; após
abrir este
importante canal de
comunicação a
empresa deverá
fazer um
levantamento
criterioso dos
problemas que
acometem a equipe
como um todo,
visualizando sua
real existência e
verificando suas
incidências. Uma
vez realizado este
reconhecimento da
saúde geral dos
trabalhadores,
deve-se levantar
os problemas mais
comuns e fazer um
estudo
individualizado
para descobrir de
que forma estão ou
não relacionados às
rotinas de trabalho
de cada um, sendo
importante nesta
fase o auxílio de
profissionais
preparados para
esta
compreensão.
Para um trabalho de
prevenção eficaz,
deve ser feito um
bom estudo das
condições de
trabalho
considerando
fatores que em
geral levam a
problemas físicos,
tais como: Fatores
Biomecânicos
(equipamento,
repetitividade,
força empregada nas
tarefas, posturas
inadequadas,
vibração e
compressão);
Fatores
Psicossociais
(estresse no
ambiente de
trabalho, conflitos
no relacionamento
interpessoal);
Fatores de
Organização do
Trabalho (ritmo
acelerado, prêmios
por produtividade,
horas extras,
trabalhos
repetitivos ou
monótonos e
ausência de
pausas); Fatores
Ambientais
(iluminação, ruído,
temperatura,
equipamentos
inadequados e
mobiliário sem
especificações
ergonômicas). A
junção negativa de
cada um destes
fatores resulta
numa péssima e
desastrosa
qualidade de vida
do colaborador,
levando a empresa a
ter problemas
sérios de saúde
ocupacional.
Uma vez realizado
todo este
levantamento e
analise, deve-se
agir, como num jogo
de xadrez, primeiro
tentando eliminar
os fatores de risco
e caso isso não
tenha sido
possível, deve-se
proteger os
colaboradores dos
riscos, muitas
vezes adotando uso
de EPIs mais
adequados,
orientações de
forma de trabalho e
fomentando este
indivíduo de
recursos de
proteção
direcionada, e por
último, após todas
estas ações deve-se
investir num
mecanismo de defesa
e preparo para a
função, adaptando
todo o posto e o
indivíduo.
Em geral deve-se
fazer um profundo
trabalho para
anular os fatores
já citados e
somente após esta
etapa investir em
programas de
atividades físicas
que visam prevenir
ou compensar
esforços lesivos,
pois um programa
bem feito e
aplicado na hora
certa certamente
coroa com grande
êxito toda a
intervenção
prevencionista
elevando e muito a
qualidade de vida
dos colaboradores,
a produtividade da
empresa como também
sua imagem perante
a comunidade e o
mercado, atraindo
bons funcionários e
negócios.
Concluindo, a
empresa que quiser
estar com a melhor
equipe, com bons
índices de
produtividade e com
investimentos
válidos nesta área
deverá
principiar-se por
conhecer-se a si
mesma entendendo
todas as suas
necessidades e por
fim direcionar seus
esforços seguindo
critérios
confiáveis e
guiados por bons
profissionais de
saúde envolvidos em
todo este
processo.
Dr. Alison Alfred
Klein
Fisioterapeuta do
Trabalho
CREFITO: 8 /
29.723-F
- Fisioterapeuta,
graduado pela
Universidade Tuiuti
do Paraná
- Único Brasileiro
da Fisioterapia
participante do
Programa
Intercampus/97, La
Coruña - Espanha
- Professor da
Universidade do
Contestado – UnC
- Professor das
FIES
- Professor
convidado do curso
de Odontologia da
UFPR
- Especialista em
Fisioterapia no
Trabalho – CBES
- Chefe do Serviço
de Fisioterapia
ambulatorial
pediátrica do
HUEC.
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